Os posts mais comentados

Widget [ FerramentasBlog.com ]
Mostrando postagens com marcador Emprego. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Emprego. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Faltam profissionais de TI especializados em Sergipe

Bom dia a todos,

Boa tarde a todos,

Compartilho com vocês a matéria exibida na TV Atalaia, Jornal do Estado 1º Edição em 26/10/2010.




Falta profissionais de TI em Sergipe

Existem vagas no mercado de trabalho de TI mas faltam profissionais qualificados. Em Sergipe são mais de 100 vagas ociosas na área de tecnologia da informação. Segundo a FGV, Fundação Getúlio Vargas, em 2014 vão haver 800.000 vagas ociosas no brasil.

Mais alguns dados. No Brasil faltavam, em 2005, 17.000 profissionais segundo o Ministério de Ciência e Tecnologia, podendo chegar em 200.000 em 2012. A maior queixa das empresas é que faltam profissionais especializados, tanto especialistas como multi-especialistas, com conhecimentos em negócios e TI. 86% precisam de programadores, 50% de analistas e 34 % de técnicos de suporte. fonte:softex

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Futuro de TI no Brasil está em xeque por falta de profissionais

Futuro de TI no Brasil está em xeque por falta de profissionais

Ritmo de formação de profissionais nas universidades não é suficiente. Procura por cursos de TI caiu 30% nos últimos cinco anos.

Por Rodrigo Caetano, do COMPUTERWORLD



Os profissionais de TI não podem reclamar de falta de emprego. O crescimento do setor, acima da média de outros países e bem acima do crescimento da economia brasileira, está gerando uma enorme quantidade de vagas.

Dados da consultoria IDC mostram que, de 2006 até 2009, serão gerados na América Latina pelo menos 630 mil empregos em tecnologia, metade delas no Brasil (47%). Apenas para desenvolvimento de software, o País tem 15 mil vagas abertas sem profissionais disponíveis.

Mesmo com a criação, desde 2000, de dezenas de cursos de tecnologia, o ritmo de crescimento não é suficiente para atender a demanda das empresas. Além disso, a qualidade da educação superior não garante que os formados estejam aptos a entrar no mercado de trabalho.
Recentemente, o fechamento de uma das mais antigas faculdades de tecnologia de São Paulo, a FASP, por falta de recursos, gerou ainda mais apreensão.

Ricardo Basaglia, gerente da divisão de TI da Michael Page, empresa especializada em Recursos Humanos, chama atenção para a queda no interesse por cursos de tecnologia nas faculdades. “Nos últimos cinco anos, a procura caiu 30%”, relata.

O acesso mais fácil à tecnologia, para Basaglia, é um dos responsáveis por esse desinteresse. “O jovem hoje consegue, muito mais facilmente, avaliar se deseja ou não trabalhar com tecnologia”, afirma o gerente. Além disso, por conta da necessidade de alinhamento das áreas de TI com as de negócios, atualmente é possivel trabalhar com TI mesmo tendo cursado outros cursos, como administração.

Candidatos crescem, mas formados caem

Números do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), referentes a 2005 e 2006, mostram uma certa estabilidade na oferta de cursos de Ciência da Computação e na formação de profissionais. No período mencionado, as vagas oferecidas cresceram de 88,4 mil para 97,7 mil. Os candidatos inscritos nos processos de seleção foram de 149,2 mil para 154,3 mil.

Ao todo, 42,6 mil alunos ingressaram nas instituições de ensino em 2005. No ano seguinte, 44,9 mil foram aceitos. Apesar disso, apenas 15,6 mil alunos em 2005 e 16,9 mil em 2006 concluiram a faculdade.

Alexandra Reis, gerente de pesquisas da IDC, ressalta que mesmo com a queda no interesse por TI, o mercado não vai sofrer com falta de profissionais. “De uma forma ou de outra o mercado se ajusta”, aposta.

O maior problema, para Alexandra, está nos níveis hierárquicos mais altos. Como a oferta de emprego é grande, é mais interessante para um jovem apostar em um curso técnico do que investir quatro anos do seu tempo em uma formação superior.

Assim, se os cursos rápidos forem suficiente para suprir a demanda imediata, a falta de pessoas com nível superior pode gerar problemas para encontrar novos líderes. “Um gestor precisa pensar do ponto de vista de negócios, não basta conhecimento técnico. A falta de profissionais com cursos superiores pode gerar dificuldades para preencher esse tipo de vaga”, explica Alexandra.
Para o coordenador da área de MBA em tecnologia da PUC de São Paulo, Alexandre Campos Silva, uma diminuição no interesse é normal após o estouro da bolha. “É natural que, após o estouro da bolha da Internet, o interesse tenha diminuído”, diz.

Ou seja, defende o especialista, assim como as empresas de tecnologia sofreram para recuperar a credibilidade entre os investidores e o mercado, ainda vai demorar algum tempo para que o interesse dos jovens por faculdade em TI volte a crescer.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2008/07/03/futuro-de-ti-no-brasil-esta-em-xeque-por-falta-de-profissionais/

O mercado de TI para jovens talentos

O mercado de TI para jovens talentos

A tecnologia é hoje uma das áreas mais desafiadoras para os jovens talentos, e as escolhas por aquilo que vão desenvolver ao entrar para o mercado de trabalho

Por Fábio Gomes Ferreira, Administradores.com.br
A palavra tecnologia vem do grego - tekhno - e designa todo o conhecimento voltado ao desenvolvimento de técnicas, métodos e ferramentas essenciais para a evolução da humanidade e sua sobrevivência.

A tecnologia é hoje uma das áreas mais desafiadoras para os jovens talentos, e as escolhas por aquilo que vão desenvolver ao entrar para o mercado de trabalho, começam cada vez mais cedo. Por isso, precisamos analisar quais são as exigências para aqueles que vão ingressar nas carreiras ligadas à tecnologia da informação (TI).

Há muito, o profissional da área de TI deixou de ser sinônimo de alienado, aquele sujeito com problemas de relacionamento pessoal, vulgarmente conhecido como nerd. Há até um sitcom na TV "The Big Bang Theory", que retrata bem o universo daqueles ligados em tecnologia. E acreditem, é um sucesso de audiência!

Esse fato não é só mera questão de avaliação da popularidade da categoria, pois as empresas sofrem pela falta de profissionais capacitados. Poucos gostam de ter sua imagem associada à figura do nerd. O nicho de desenvolvimento de software é crescente e não existe nenhuma indicação que isso irá diminuir nos próximos anos, em virtude disso a demanda por bons profissionais só tende a aumentar. A nossa sociedade vem se informatizando a cada dia. Todos os setores da economia têm aplicado a tecnologia de alguma forma, seja para apoio ou para o incremento dos negócios.

Com a popularização da computação no ambiente de trabalho, nas universidades e até mesmo nos lares mais humildes, as barreiras com relação à tecnologia e às profissões a ela ligadas felizmente têm diminuído gradativamente. Basta verificar o número de alunos que tem se formado ano após ano pelas universidades de computação em relação às demais áreas do conhecimento.

O profissional da área de tecnologia deve ser antes de tudo um empreendedor e entender como seu trabalho se encaixa nos objetivos da organização. Ele precisa aprender a desenvolver a curiosidade, somada a uma boa capacidade de concentração e ter seu foco na resolução de problemas com espírito inventivo e humildade.

O conhecimento técnico já não é diferencial competitivo porque isso é relativamente simples de se conseguir, seja por meio do fácil acesso à informação que hoje dispomos pela internet ou pelos cursos que a academia oferece. O que realmente importa é a capacidade do profissional em saber onde e como buscar esse conhecimento.

Os novos desenvolvedores de software podem até mesmo escolher qual área de aplicação da indústria desejam trabalhar. Profissionais especialistas interessados por sistemas básicos ou de infraestrutura podem eleger empresas como a Nevoa Networks, voltada para soluções de gerenciamento e virtualização de armazenamento, ou podem optar por sistemas de CRM - Customer Relationship Management; ERP- Enterprise Resource Planning; ou ainda, trabalhar com foco em Web ou em sistemas mobile, entre outros segmentos.

Para ter excelência, além das características como vontade de aprender, curiosidade e humildade, os novos profissionais devem ser inovadores. Muitas vezes, ele irá trabalhar com produtos baseados em conceitos já consagrados, mas precisará enxergá-los por um por um novo ângulo e aceitar os desafios propostos pelo ambiente de trabalho.

O profissional do futuro deve ainda estar atento para a área de qualidade de software. Deve ser minucioso na utilização de metodologias de testes. Questionar qual a sua participação para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e qual a sua contribuição na preservação do meio ambiente. Não esquecer que a tecnologia está presente em todos os materiais que utilizamos diariamente, como: roupas e calçados, remédios, alimentos, perfumes, lazer e nos esportes.

A esperança de cada empresário do setor de tecnologia é que os jovens se interessem ainda mais pela área e que, logo mais, haja um bom contingente de boas cabeças pensantes trabalhando no segmento. Ganham as empresas, ganham os profissionais e, ganha o Brasil que já é reconhecido como um grande player de TI no mundo.

Fábio Gomes Ferreira - formado em Análise de Sistemas pela Universidade Paulista, especializado em Gestão de Projetos pela Unicamp e pós-graduado em Gestão de Tecnologia da Informação pelo IBMEC.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O mercado de Trabalho para profissionais de TI em Sergipe

Olá a todos, hoje resolvi escrever um pouco sobre um tema que tem me deixado intrigado, a carência de profissionais no mercado sergipano para preenchimento das diversas vagas que vem sendo ofertadas pelas empresas que atuam no mercado local.

O mercado sergipano de Tecnologia da Informação vive hoje um momento ímpar. Temos observado um crescimento exponencial do número de vagas ofertadas pelas empresas locais e infelizmente o número de egressos das instituições de ensino sergipano não consegue suprir, em sua totalidade, a oferta de novos postos de trabalho.

Muitas empresas estão tendo que buscar fora do estado o profissional com o perfil desejado, já que internamente esta captação não vem sendo possível.

O crescimento econômico do Brasil tem forçado às empresas investirem em tecnologia da informação para cada vez mais possam ter uma maior agilidade em seus processos e na tomada de decisão. Sabemos que é neste ponto que às necessidades empresariais encontram na informática as ferramentas necessárias para se alcançar o sucesso num mercado altemente competitivo.

Sabemos que a informática, para uma grande maioria das empresas, é uma atividade meio, sendo assim, quanto maior o crescimento, maior serão as demandas nesta área. Seja, a través do crescimento das redes de comunicação e infra-estrutura, ou através do desenvolvimento de sistemas e aplicações, o certo é que o crescimento é necessário e não podemos conter este movimento do mercado.

Hoje as empresas sergipanas começam a despontar num mercado nacional na área de tecnologia de sistemas e altamente competitivo, onde a exigência por produtos de qualidade é vital para a sobrevivência das empresas.

Enquanto à frente dos cursos de TI - Tecnologia da Informação da FANESE, recebo de vários empresários sergipanos a mesma queixa, a falta de profissionais para compor seus quadros, podendo assim atender a seus clientes e as demandas crescentes nesta área.

A questão da remuneração é outro ponto a ser levado em consideração. Tenho visto profissionais com conhecimentos básicos de programação serem contratados com valores de remuneração bem acima da média de outras profissões mais tradicionais. Não é difícil encontrar ofertas de bolsas de estágio com valores de R$ 500,00 a R$ 900,00 e salários com valores que podem chegar a R$ 3.000,00 para profissionais recém formados.

Então o que se esperar de um mercado com este potencial de crescimento? O lógico seria que tivéssemos uma grande quantidade de estudantes sentados às carteiras de nossas IES - Instituições de Ensino Superior com a sede de conhecimento e correndo freneticamente em busca de uma dessas vagas.

Isso seria o lógico, mas não é o que acontece. Na prática as IES hoje tentam captar seus alunos através de processo seletivo vestibular, mas o quantitativo de inscritos é sempre bem aquém da necessidade demandada pelo mercado, aliando-se a isso a evasão, efeito natural de todos os bons cursos de TI, temos como resultado um número de profissionais formados e com condição técnica a atuar no mercado bastante inferior à oferta de vagas por parte das empresas locais.

Precisamos então mudar rapidamente este cenário, de forma que aumentemos o número de egressos dos cursos de TI sem que haja uma perda na qualidade do profissional recém formado.

Este caminho passa principalmente pela divulgação em toda a sociedade deste novo cenário no mercado de trabalho local, bastante propício para os interessados na área de tecnologia. Precisamos fazer com que os meios de comunicação de massa colaborem com este processo de conscientização, a fim de se criar um movimento de que vale a pena avaliar a opção de se fazer um curso de TI na hora de escolher a profissão a ser seguida.

O que nos resta fazer? Enquanto IES a FANESE faz sua parte. Preocupada em atender ao mercado de TI, estamos aptos a receber estes alunos e dar a ele o conhecimento necessário para que sua formação o torne capaz de atuar como profissional que venha a suprir às exigências do mercado. O que explica o alto nível de empregabilidade de nossos cursos.

Precisamos trabalhar então de forma a captar nossa matéria prima, novos estudantes compromissados com o saber, para que possamos atender de forma satisfatória o mercado sergipano de TI.